quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Vc volta?

Vejo cada incessante hora da semana se arrastando... Não importa se é final de semana, feriado, natal ou ano novo. Se é meu aniversário ou dia de festa de algum amigo. O plantão não poupa ninguém.
Uma vez ou outra consigo agendar alguma data. Mas mesmo assim,  com um mês de antecedência.
Gosto da minha rotina. Aprendi a dominar as madrugadas com um jeito adulto e não com meus olhos de menina. Afinal... Não é pra todo mundo. Haja estômago... E fé.

Mas histórias de plantão a parte... O que vim colocar aqui hoje... Sei que não sou a única que pensa assim... É esperar passar cada hora... Cada dia após o outro...

Até poder te ver.

Ahh folga. Ainda bem que existes!
Depois de 5, 4 dias de plantão... Poder te ver é o que me fortalece. Saber que alguém te espera! Que alguém, assim como você, aguarda esse dia da semana para ficarem juntos. Mesmo que seja só um dia na semana.

Parece que o tempo para. E tudo se resume a estar em seus braços.
Em vê-lo sorrir ou até em forçar isso com cócegas!

Sei que sou enrolada em muitas coisas... E que sempre espero que as coisas dêem certo do meu jeito. Mas adivinhem... Nem sempre dão.

E tem dia... Que em minha tão esperada folga... Não consigo ver quem mais espero.

E isso dói.

Porém, recomeço a contar as horas, quem sabe... na outra folga... conseguimos nos ver.

Aguardo ansiosa.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Acolhida


 


Famílias andando 11 horas por dia, enfrentando frio, fome, sendo. Tratados por números. O sofrimento alheio nos doi. A cada imagem... Cada apelo... Cada gesto de esperança. Por que gente de bem precisa passar por isso?
 Os Libanesses observam com certa angústia como a UE decidiu dividir racionalmente entre si a integração dos refugiados que pedem asilo.
Angústia pois por motivos materiais, e não morais ou humanitários, não consegue manter a enorme maré de migrantes.
O Líbano enfrenta a lendária desunião do mundo árabe.  Nenhum país produtor de petróleo do Golfo, apesar de imensos em recursos financeiros, estendeu a mão para um único refugiado.
E esses campos de refugiados sem estruturas tornam a vontade de irem para países acolhedores uma busca pelo "vale encantado".
Pessoas migram. Sem saber como... Sem saber com o que vão se deparar. Mulheres, crianças, idosos...
Sem solução para a guerra, o número de pessoas refugiadas só crescerá.
As condições sub-humanas levaram alguns a lançarem-se ao mar.
E o Brasil? Dois mil sírios vivem como refugiados entre nós. Uma política pro ativa poderia ampliar esse número.
O Brasil poderia reassentar alguns que estão em campos precários das fronteiras sírias.
Essa guerra já matou mais civis do que os conflitos no Iraque e Afeganistão.
Estamos em crise sim, mas o Brasil não pode se furtar do envolvimento nessa tragédia.

domingo, 4 de janeiro de 2015

2.2

Aprendi com a maturidade, que o importante é estarmos em paz.

Bom, não me tornei uma princesa de verdade... mas pouco me importa títulos de nobreza. Sou nobre de coração, e isso que importa.
Tenho a quem amo... e sempre continuarei o amando cada dia mais e mais. E isso me fortalece e me prepara para enfrentar qualquer dificuldade. 
Tenho SIM o sonho de entrar na igreja de véu e grinalda... vendo-o me esperando lá no altar...
Apesar de ainda ter medo de que certa história se repita.

Continuo defendendo com unhas e dentes o ideal de um mundo justo.
E espero poder voltar a tocar pra frente o 'jovens mentes', mesmo que não seja por agora.
Quero ter sempre um chá e um colo para oferecer... 
Me sinto tão feliz quando alguém me procura para desabafar... ou me liga para se acalmar...
Essa é minha essência.

Sentar a beira mar e ficar a admirar a imensidão ainda é minha recarga de bateria. A diferença é que agora prefiro fazer isso acompanhada dele.

As estrelas ainda me instigam e o luar, as vezes me leva a chorar... não de tristeza,
mas por agradecimento a todos que estão lá em cima olhando por mim.

Me felicito quando encontro poesia em meio ao cotidiano. 

Vou ter, sim, ataques de risos se ingerir muito açúcar...
hahaha

Bem vindo 2.2